Arquivo

 

ABNOTE  03/01/07  -   Fato relevante  -  anunciou hoje a assinatura de contrato de opcao de venda de sua participacao de 50% na associacao (joint venture) Gemplus Banknote (“GBN”) para a Gemalto, pelo valor equivalente a 50% do patrimonio liquido em
31/12/2006.     /*/     "Acreditamos firmemente que, com esta operacao, seremos capazes de gerar mais valor para nossos acionistas”

ABYARA  -  12/01/07  -   Desde a abertura de capital em junho de 2006, a participação da Abyara em projetos de incorporação aumentou de R$ 390,4 milhões para R$ 1,6 bilhão, com crescimento de 317,8%, segundo a empresa.

ACESITA  -  20/12/06  - A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) concluiu neste mês de dezembro o processo de licenciamento ambiental para a construção do maior gasoduto já feito no Estado, o gasoduto Vale do Aço. Em breve, provavelmente em janeiro, a empresa controlada pela Cemig divulgará o edital para a construção dos 280 quilômetros de dutos que levarão o gás natural ao principal pólo siderúrgico de Minas, onde estão grandes indústrias como Usiminas, Belgo-Mineira, Acesita e Gerdau Açominas.     /*/     O gasoduto do Vale do Aço é uma extensão do duto de transporte Rio/Belo Horizonte (Gasbel), através de uma derivação no município de São Brás do Suaçuí. A expectativa é de que o gasoduto esteja concluído no segundo semestre de 2008. Ao todo, somados tronco principal e ramais, ele terá 330 quilômetros de extensão e custará cerca de US$ 150 milhões. A obra foi dividida em dois trechos.       /*/         O primeiro, de 50 quilômetros, de São Brás até o município de Ouro Branco, custou US$ 25 milhões e ficou pronto no início de 2006. A própria Gasmig bancou, com recursos próprios, os custos do primeiro trecho. Nesta etapa, duas grandes empresas já foram contempladas. A usina de Ouro Branco da Gerdau Açominas, maior fabricante de aços longos do país, já substituiu o GLP pelo gás natural. A mina de Fábrica, da CVRD, em Congonhas, também já está sendo atendida desde o início do ano.       /*/      -  21/12/06  -  O crescimento da produção mundial de aço inoxidável deve ser de 14% em 2006, taxa considerada insustentável pelos analistas da consultoria britânica MEPS, especializada no setor siderúrgico.        /*/              Segundo a consultoria, a produção desta especialidade de aço deve atingir 27,8 milhões de toneladas este ano, cerca de 3,4 milhões de toneladas a mais do que em 2005.          /*/              De acordo com a MEPS, a explosão do crescimento da produção de aço pode ser creditada ao acentuado crescimento da produção na Ásia, principalmente na China.      /*/      -  02/01/07  -  (09/11/06) A Acesita já começa a sentir os efeitos da fusão entre sua controladora, a Arcelor, com o grupo Mittal.  Representantes da empresa mineira fizeram uma visita técnica a uma unidade da Mittal na Rupública Checa, onde produz aços elétricos. A usina também recebeu os funcionários europeus.  /*/   ... pode gerar troca de tecnologia.  /*/    Rotina administrativa também começa a mudar. Relatórios (de vendas e produção) que antes eram enviados mensalmente à matriz, passaram a ser diários.    De janeiro a setembro, a receita atingiu R$ 2,4 bi, empatando com 2005. O lucro caiu 28% para R$392 mi.  /*/    O mercado interno absorveu 74,2% do total.

ALBARUS    -   28/11/06  -  O Grupo Mahle disputa a compra de 21 fábricas da norte-americana Dana Corporation, que está em concordata. Estão em negociação unidades em países como Brasil, Argentina, México e EUA.            /*/                 A Mahle busca comprar fábricas da rival com as quais têm operações em comum. A Dana produz, em Gravataí (RS), pistões e camisas de motor, especialidade da Mahle aqui. "Vamos concluir o negócio no início de 2007", disse Hoppen, sem revelar valores. Numa reunião da Apimec-SP, ontem, a empresa anunciou que sua meta é ampliar a venda de ações na Bovespa

ALL  -  05/01/07  -  O BNDES anunciou ontem financiamento de R$ 1,12 bilhão ao grupo América Latina Logística (ALL), o maior que já fez ao setor ferroviário. A ALL vai investir R$ 2,87 bilhões até 2009. O dinheiro será aplicado em ferrovias da ALL do Brasil e da Brasil Ferrovias (Ferronorte, Ferroban e Novoeste), que adquiriu em 2006.      /*/      -  12/01/07  -  ALL AMER LAT - Comunicado / Diminuicao de participacao acionaria  -    Capital Research and Management Company, ,Los Angeles, EUA, diminuiu sua participacao acionaria em acoes  PNs de emissao da ALL – America Latina Logistica S.A., de  6,28% para  1,65% das Acoes PN.       /*/      -  22/01/07  -  ALL vem comunicar a adesao de Hana Investments LLC (“Hana”) ao Grupo Controlador e ao Acordo de Acionistas da Companhia.    Agora os principais controladores são: 
HANA Investments LLC   15,90% ;  Delara Brasil Ltda.  11,33% ;  Emerging Markets Capital Investments, LLC  17,91% ; Judori Administracao, Empreendimentos e Participacoes S.A. 15,91% ;Railtex Global Investments, LLC   6,76% ;BNDESPAR   16,81% ;   PREVI    6,04% ; Fundacao dos Economiarios Federais - FUNCEF  5,79%

ALPARGATAS  -  26/12/06  -  A Franklin Templeton Investimentos (Brasil) Ltda.  alienou a totalidade das acoes preferenciais e ordinarias de Sao
Paulo Alpargatas SA de titularidade da Previ, representando posicao superior a 5% em cada classe de acoes da referida
empresa.”

AMBEV  -  30/11/06  -  A AmBev terá de tirar sua cerveja Puerto del Sol do mercado, além de toda a comunicação da marca, por decisão da Justiça de São Paulo que ontem julgou o mérito de liminar requerida pela Femsa em maio. Na ação, a cervejaria mexicana questionava a similaridade do produto da AmBev com o seu, a cerveja Sol.      /*/      -  11/12/06  -  A AmBev vai investir R$ 112 milhões na ampliação da capacidade de sua fábrica de Lages (SC), unidade que abastece a região Sul e é considerada estratégica pela empresa. O aporte ampliará em mais de 60% a capacidade de produção. A conclusão das obras, que estão em andamento, está prevista para maio do próximo ano.       /*/      -  12/01/07  -  O ano de 2006 terminou com o reforço da liderança da AmBev no mercado de cervejas. Dados AC Nielsen de dezembro mostram que a cervejaria ganhou meio ponto percentual de participação no mercado e chegou a 69,3%, exatamente o mesmo número registrado em dezembro de 2005.        /*/          Entre as marcas da AmBev, Skol passou para 32,2% (alta de 0,3%), Brahma, 19,2% (menos 0,1%) e Antarctica, 12,6% (mais 0,1%).       /*/       -  26/01/07  -  A AmBev, maior cervejaria da América do Sul, anunciou, nesta quinta-feira (25), que pretende realizar uma oferta pública voluntária para a aquisição de até 15.533.687 ações de sua subsidiária Quinsa (Quilmes Industrial), após aprovação da Bolsa de Valores de Luxemburgo, na qual a empresa é listada.         /*/          O objetivo da AmBev é adquirir, depois da conclusão da oferta, todas as ações da companhia, e, deste modo, fechar o capital da Quinsa, que também tem papéis negociados na Bolsa de Nova York        /*/       A Quinsa ocupa lugar de destaque no cenário de bebidas da América do Sul. A marca é a maior de Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai

ARACRUZ  -  13/12/06  -  A invasão de índios nas instalações do Portocel, porto responsável por mais de 90% das exportações brasileiras de celulose, gerou perdas de US$ 7 milhões, segundo estimativas da administração do porto. Aracruz, Cenibra, Veracel e Suzano - grandes fabricantes de celulose - utilizam dos serviços do porto.             /*/              O Portocel, situado na costa do Espírito Santo, ao norte de Vitória, tentava até o início da noite de ontem liminar na Justiça Federal para que os índios desocupassem a área invadida pela manhã por mais de 100 índios e outros manifestantes ligados a movimentos sociais, como o MST, informou a empresa. Eles entraram facilmente em dois ônibus pelos portões do porto, aberto para a movimentação de caminhões. Outros 100 manifestantes engrossaram a invasão ao longo do dia.                /*/                Eles reivindicam a ampliação em 11 mil hectares da reserva indígena no Espírito Santo em diversas áreas, das quais uma grande maioria está em posse da Aracruz Celulose.      /*/      -  22/12/06  -  O projeto de duplicação da Veracel cindiu os acionistas da Aracruz. Só para não variar, a voz dissonante é Joseph Safra. O banqueiro teme o impacto do empreendimento, orçado em US$ 1 bilhão, sobre a distribuição de dividendos da companhia. (RR)       /*/      -  10/01/07  -  Às vésperas da divulgação dos resultados referentes ao quarto trimestre de 2006, a corretora Planner elevou o preço-alvo das ações da Aracruz, de R$ 14,50 para R$ 15,40, para 12 meses.     /*/         Com um potencial de valorização de aproximadamente 17,5%, a instituição reitera a recomendação de compra aos papéis da companhia, considerando os bons fundamentos da empresa, a perspectiva de elevação no volume de vendas e melhoria nos preços em 2007.        /*/     ...   a Aracruz abre o cronograma de divulgação de resultados referentes ao quarto trimestre de 2006 na próxima quarta-feira (10), antes da abertura do mercado.      /*/     - 11/01/07  -  A Aracruz Celulose fechou 2006 com lucro líquido de R$ 1,147 bilhão, volume 1,8% inferior ao do ano anterior. Segundo a companhia, o preço da celulose em dólares superou as expectativas do mercado no ano passado.           No quarto trimestre do ano passado, porém, o lucro da companhia cresceu 65% em relação ao mesmo período de 2005 e atingiu R$ 292 milhões. Na comparação com o terceiro trimestre, a alta foi de 3%.       /*/      A Aracruz já definiu que fará a expansão da unidade de Guaíba (RS), adicionando até 1,3 milhão de toneladas, antes da duplicação da Veracel, na Bahia, que também bateu recorde de produção em 2006, superando em 8% a capacidade nominal inicialmente (900 mil toneladas).         /*/         O conselho só aprovará os projetos de expansão, estimados em US$ 1 bilhão cada um, no fim de 2008. Antes destas ampliações, a empresa concluirá as obras da unidade da Barra do Riacho (ES) que terá mais 200 mil toneladas a partir do fim deste ano.

ARCELOR  -  09/11/06  -  A Belgo Siderurgia foi a única vencedora do Prêmio Nacional de Qualidade em 2006, conferido pela Fundação Nacional de Qualidade (FNQ) a empresas que se destacam na adoção de critérios excelentes de gestão.        /*/                   A unidade premiada da Belgo foi a de João Monlevade, a maior dentre as quatro usinas do grupo Belgo-Arcelor no Brasil.       /*/    -  28/11/06  -  Arcelor Brasil    -  Depois de quase cinco meses brigando para conseguir uma oferta pública de ações por aqui, agora o "cavalo de batalha" do confronto entre minoritários brasileiros e Mittal é o preço da ação a ser pago na operação, fixado em 12,1184 euros ou R$ 34,67 (conforme a cotação do euro de ontem). O valor é inferior ao de mercado e muito abaixo das expectativas dos acionistas minoritários. Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), Dynamo, Centrus, BNDES e fundos estrangeiros brigam para receber R$ 51 pelo papel, levando em conta um prêmio de 82% sobre o valor da ação em janeiro de 2006, de R$ 28. Este foi o cálculo usado no pagamento da oferta feita pela Mittal aos acionistas da Arcelor Europa. Por aqui, os detentores de ações da Arcelor Brasil querem o mesmo tratamento.           /*/                   A multinacional do aço tem 45 dias corridos para responder às exigências e pedidos de esclarecimentos da CVM. A autarquia terá mais 30 dias para retrucar e a Mittal, outros 15 para novos esclarecimentos caso o órgão regulador do mercado não se dê por satisfeito. Para o analista Pedro Galdi, da ABN Amro Corretora, se estes prazos forem cumpridos à risca, a ação vai enfrentar um período de alta volatilidade na bolsa. "Sem decisão, vai haver muita especulação sobre o que pode acontecer", disse. "Não se sabe se a CVM vai aprovar ou não a OPA e, neste caso, volatilidade é a palavra certa para o papel", disse o analista, que prevê que a a decisão da CVM sobre a OPA irá ocorrer só depois do carnaval.       /*/      -  26/01/07  -  O presidente mundial da Arcelor-Mittal, Lakshmi Mittal, disse  em Davos, que está em plena negociação com a CVM para resolver logo o preço a pagar aos acionistas minoritários da Arcelor Brasil. No entanto, ele evitou dizer se melhorará as condições da oferta pública.             /*/         Os minoritários defendem um preço de R$ 51,00 por ação, de acordo com o ágio de 82% pago pela Mittal na oferta internacional da Arcelor. Já a empresa defende um valor de R$ 33,32. Os R$ 51,00 implicariam em um gasto extra da Mittal de R$ 10,8 bilhões.     /*/      As negociações entre a Arcelor Mittal e a CVM sobre o pedido de registro da oferta devem entrar numa terceira e última rodada em fevereiro.      /*/      -  29/01/07  -  Arcelor   - A indústria de materiais básicos de construção já se prepara para um novo ciclo de expansão do consumo no mercado brasileiro. Na verdade, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deve impulsionar a partir de agora a demanda que já se ampliou no ano passado. A indústria de aços longos (vergalhões e perfis) e a de cimento registraram crescimento de venda interna de 11,1% e 8,5%, respectivamente, em 2006.

 

 ETC                              ETC                            ETC                                     ETC